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Arquivo: Abril 2007

Poder rejuvenescido

transamazonica 30/04/2007 @ 17:20

Deputada quer reduzir de 35 para 30 anos idade mínima para candidatos ao Senado e à Presidência da República

Eduardo Militão

Ao mesmo tempo em que o Congresso Nacional discute a redução da idade penal de 18 para 16 anos, começa a tramitar na Câmara uma proposta de emenda constitucional (PEC) que diminui a idade mínima para um candidato concorrer a altos cargos da República.

A PEC 20/07 reduz de 35 para 30 anos a idade mínima para quem pretende disputar as eleições para presidente ou vice-presidente da República e para senador. Apresentada em março, a proposta chegou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na última sexta-feira (27).

A autora da idéia é a deputada Manuela D’ávila (PCdoB-RS), de 25 anos. Ela argumenta que limitar a idade em 35 anos é um “conceito ultrapassado de que experiência está vinculada à idade”. A deputada gaúcha se candidatou pela primeira vez a um cargo público aos 22 anos, ainda em Porto Alegre. De antemão, ela diz que a PEC não é casuística: ao final de seu mandato na Câmara, Manuela não terá os 30 anos exigidos para disputar o Senado.

Para ela, o mundo mudou e a juventude assumiu um papel de protagonismo. Cita o exemplo do empresário Constantino Júnior, que, aos 38 anos, preside a Gol, uma das maiores companhias áreas do país. “É só ver a realidade da contribuição da juventude na economia e em outros setores”, diz.

No exterior

Segundo Manuela, a idéia de propor a redução da idade-limite para 30 anos surgiu após uma pesquisa para descobrir a realidade de outros países. Na Argentina e nos EUA, os candidatos à presidência e ao Senado precisam ter 30 anos. Na Franca, são necessários 35 anos para postular uma vaga de senador e 23 para tentar ser presidente.

No Brasil, para outros cargos públicos – vereador, prefeito, deputado estadual e federal e governador – a idade mínima varia de 18 a 30 anos (veja aqui). Manuela diz que não quis mexer nesses limites para não inviabilizar a proposta. “A gente tem que começar aos poucos. Este é um debate complicado”, afirma a deputada, que, apesar disso, acredita que a PEC deve ser bem aceita pelos colegas. A seu ver, ela deve entrar junto com a discussão da reforma política.

Manuela lembra que, de acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad), há cerca de 40 milhões de eleitores brasileiros com idade entre 16 e 30 anos que não estão plenamente aptos a serem eleitos, por causa das restrições etárias impostas pela Constituição.

Momento ideal

Contrária à redução da maioridade penal, Manuela considera o atual momento ideal para se discutir a PEC 20/07. “Será bom para explicitar como setores da sociedade enxergam a juventude. Quando é na perspectiva de punição, o jovem é capaz de responsabilizar-se. Agora, na perspectiva de contribuir com o Brasil...”.

Alguns congressistas, no entanto, divergem totalmente de Manuela. Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), relator na CCJ da proposta que reduz para 16 a maioridade penal, a comparação da deputada é infeliz. “É uma das maiores burrices que já ouvi na vida. Uma coisa é ter a consciência do que é certo ou errado. Outra é ter competência e experiência para ser presidente e senador”, criticou o senador.

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) endossa a opinião de Demóstenes. Ele acredita que, para ser presidente ou senador, é necessário mais que experiência: maturidade. Ele cita o exemplo do atual senador Fernando Collor (PTB-AL), que sofreu um impeachment em 1992, dois anos após assumir a Presidência, aos 40 anos de idade, como o mais jovem presidente eleito do país. “Ele caiu porque era muito arrojado, tomava decisões com emoção. Faltava maturidade”, lembra.

Para o parlamentar, idade não é o único critério para ser um bom político. Há jovens que se saem melhor do que os mais velhos, reconhece. “Mas, como regra geral, é melhor manter os 35 anos. Ela [Manuela] não vai ter apoio”, prevê.

Caso seja considerada constitucional pela CCJ, a PEC 20/07 será encaminhada a uma comissão especial, que terá a tarefa de examiná-la no seu mérito. Só então o texto será submetido ao Plenário. Para modificar a Constituição, é necessário o apoio de 308 dos 513 deputados em dois turnos de votação. Apenas depois de aprovada pelos deputados, a proposta (clique aqui para ver a íntegra) será analisada pelo Senado.

Peso da idade

Apesar de a idade mínima para se candidatar ao Senado ser de 35 anos, nenhum dos 27 senadores eleitos no ano passado tinha menos de 40 anos. Os mais jovens a se elegerem em outubro foram Marconi Perillo (PSDB-GO) e Expedito Junior (PR-RO), ambos com 43 anos.

Até hoje apenas um senador se elegeu aos 35 anos: o atual governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), em 1986. Outras duas mulheres também se aproximaram da idade mínima: a acreana Marina Silva (PT), em 1994, e a alagoana Heloísa Helena (então no PT), em 1998, ambas eleitas aos 36 anos.

Na Câmara, onde a idade mínima exigida é de 21 anos, o número de eleitos com menos de 30 anos aumentou na última eleição. Dos 513 eleitos, 17 estão nessa faixa etária. Em 2002, eram apenas nove. O mais jovem deputado da atual legislatura é Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB-PE), de 22 anos.

PAC da Educação prevê metas e piso para professor

transamazonica 26/04/2007 @ 16:34

O presidente Lula e o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinaram hoje (24) os 47 atos, entre projetos de lei, decretos e portarias interministeriais, que compõem o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Também conhecido como o PAC da Educação, em referência ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o plano tem como objetivo, segundo o governo, incentivar a educação básica, da alfabetização ao ensino médio.

"PAC e PDE são anéis de uma mesma corrente em favor da construção de um novo Brasil. De sonho e utopia, que não se faz em um dia, não se faz em um só governo, um Brasil que quer acelerar, crescer”, afirmou Lula.

As iniciativas vão desde a instituição de um programa de estímulo à leitura até a definição de um piso salarial para os professores em todo o país. Na avaliação do presidente Lula, o “PDE é o programa mais revolucionário já lançado no Brasil”. "Vejo nele um novo século da educação no Brasil, capaz de prevalência do mérito, da elite da competência e do saber, e não apenas da elite do berço", afirmou Lula.

Piso para professor

Uma das novidades é o lançamento de um edital no valor de R$ 75 milhões para incentivar a produção de conteúdos didáticos digitais. Já o piso salarial dos professores da educação básica, que será de R$ 850, terá uma implantação gradual até 2010, para não afetar o orçamento de estados e prefeituras.

O plano também prevê a implantação da chamada Provinha Brasil para avaliar a alfabetização de crianças de seis a oito anos, a informatização de todas as escolas públicas e a instalação de 150 escolas técnicas em cidades-pólo. Prevê, ainda, a realização da Olimpíada de Língua Portuguesa – com a participação de aproximadamente 80 mil escolas e 7 milhões de alunos – e a liberação de R$ 600 milhões, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a compra de ônibus e até de barcos para o transporte escolar.

Metas de qualidade

Segundo o ministro Fernando Haddad, um dos principais avanços do PDE é a fixação de metas de qualidade nos municípios. "Você fixa o mínimo de qualidade, estabelece metas, dá apoio técnico, oferece mais recursos e ao mesmo tempo cobra resultados expressos na aprendizagem. Porque a escola existe para o aluno aprender, antes de mais nada. Penso que é o grande momento do plano", disse.

Com base no acompanhamento da evolução dos sistemas educacionais dos municípios, o plano prevê a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O cálculo levará em consideração o rendimento dos alunos, a taxa de repetência e a evasão escolar.

Respeitando um ranking estabelecido a partir da taxa, receberão mais apoio as prefeituras que tiverem os indicadores mais baixos. Ao longo deste ano, o Ministério da Educação (MEC) vai investir cerca de R$ 1 bilhão nos municípios com os piores índices. Os recursos serão adicionais ao Fundo de Educação Básica (Fundeb).

Ensino superior

Apesar de focado no ensino básico, o PDE prevê também medidas para a melhoria do ensino superior. O MEC planeja duplicar, até 2010, o número de vagas oferecidas – das atuais 580 mil para mais de cem mil.

Também para democratizar o acesso às universidades, está prevista a articulação do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) com o Universidade Para Todos (ProUni), o que vai permitir o financiamento de 100% das bolsas parciais do ProUni. (Carol Ferrare e Edson Sardinha)

Trabalho em troca de comida

transamazonica 26/04/2007 @ 16:33

Proposta que pode ser votada hoje no Senado prevê que os detentos produzam o “seu próprio sustento alimentar”

Eduardo Militão e Carol Ferrare

Na retomada da votação do pacote de medidas para combater a criminalidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve examinar hoje (25) projeto de lei que obriga todos os presidiários a trabalharem para pagar a alimentação recebida nas penitenciárias.

A proposta prevê que os detentos produzam o “seu próprio sustento alimentar” sem receber remuneração por isso. Mas especialistas e técnicos do Senado ouvidos pelo Congresso em Foco alegam que a obrigatoriedade prevista na proposta pode configurar trabalho forçado, o que seria inconstitucional.

Na justificativa de seu projeto, o senador Marconi Perillo (PSDB-GO) diz que o objetivo é criar mais uma modalidade de trabalho nos presídios – além da produtiva e educativa. “Os presos passam a ser obrigados a produzir seu próprio sustento alimentar, o que contribui para reduzir seu alto custo para o Estado e para agregar valor social ao cumprimento da pena”, diz o tucano.

“Eles estão num hotel de luxo e não pagam por isso. Hoje o conforto do preso é grande”, completa o assessor técnico do senador, responsável pelo PL 155/07, Marcos Vilas Boas. Leia aqui a íntegra do projeto.

Segundo o Ministério da Justiça, existem hoje 401 mil presidiários no Brasil – 103 mil a mais que as unidades poderiam suportar. Como cada um deles custa aos cofres públicos R$ 1.500 por mês, a conta total sai, anualmente, por R$ 7,2 bilhões. Mas apenas 30% dos detentos exercem alguma atividade laboral – medida considerada essencial por especialistas para que eles possam ser reintegrados à sociedade e evitar que utilizem o ócio para planejar novos crimes.

Emendas

O relator da matéria, Tasso Jereissati (PSDB-CE), fez algumas emendas ao projeto para evitar a imediata rejeição do projeto por inconstitucionalidade. Uma delas abre brecha para que o preso possa receber algum tipo de remuneração por seu esforço. Outra diz que o trabalho para subsistência “poderá” ser adotado, mudança de redação que tira, portanto, seu caráter obrigatório para todos os condenados.

Uma terceira emenda diz que o trabalho será obrigatório de acordo com as características do estabelecimento prisional e do regime de reclusão do detento. Presos de alta periculosidade, por exemplo, não poderiam manusear ferramentas agrícolas, como foices e facões.

Técnicos legislativos consultados pelo Congresso em Foco acreditam que a proposta tende a ser rejeitada. “É praticamente impossível esse projeto passar. Se não trabalhar, não come! Isso não existe”, comentou um deles. “É obrigação do Estado manter o preso.” Um grupo de assessores ainda tentava, na noite de ontem (24), fazer mudanças consensuais para salvar a proposta de questionamentos constitucionais. O projeto tramita em caráter terminativo, ou seja, não precisa ser examinado pelo Plenário do Senado.

Contramão

O advogado criminalista paranaense Dálcio Zippin Filho considera que o autor do projeto está na contramão do tempo. “É trabalho escravo: a Lei de Execuções Penais prevê que o preso tem que receber três quartos do salário mínimo. Se não paga, é exploração”, assevera. Os 30% de presos que trabalham no país ganham R$ 285 por mês. Um terço (R$ 95) fica com eles, um terço vai para a família e o restante cai numa conta-poupança, para ser sacado posteriormente. Além disso, três dias de trabalho reduzem a pena em um dia.

Para Zippin, o Estado tem que cuidar integralmente do preso. “A Lei de Execuções diz que o Estado tem que suprir todas as necessidades do encarcerado – médicas, alimentícias, judiciais...” O advogado criminalista lembra que o fato de só 30% dos detentos trabalharem se deve à falta de presídios agrícolas, por exemplo. “Temos, no máximo, uma meia dúzia de colônias penais.”

Na avaliação do criminalista, a proposta é demagógica. “Querem usar o preso para conseguir publicidade, para fazer marketing”, critica. Zippin lembra que em alguns países desenvolvidos, como a Dinamarca e o Japão, há prisões em que o detento paga pela hospedagem, como se estivesse em um hotel.

Procurado pelo Congresso em Foco, o senador Marconi Perillo não retornou o contato feito pela reportagem. Segundo sua assessoria, ele estava em São Paulo ontem à tarde.

Pensando besteira

Titular da CCJ, a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) considera “interessante” o projeto do senador tucano. A petista entende que o debate sobre proposições que tratam de trabalho e estudo nas prisões precisa ser aprofundado. “A gente tem que chegar a um entendimento. Trabalhar e estudar só vai melhorar a vida do preso. Não vai ter tempo para ele pensar besteira”, afirma a senadora.

A sessão de hoje da CCJ será presidida pelo senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA) – que deixou ontem o Hospital do Coração em São Paulo, onde passou sete dias internado. De passagem pelo plenário à tarde, ele garantiu que vai conduzir os trabalhos da comissão. “Vou. É por isso que eu vim”, disse ele, em voz baixa. A pauta? “A mesma da reunião anterior: tudo sobre criminalidade”, afirmou.

Redução da maioridade penal

Há pelo menos outras quatro propostas polêmicas relacionadas a segurança pública em pauta. A que deve despertar maior atenção é a que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), relator da matéria, reduz a idade para 16 anos apenas em casos de crimes graves, como tráfico de drogas, tortura e latrocínio (roubo seguido de morte).

Demóstenes é autor de outro projeto que deve ser votado hoje: o que dá competência ao juiz para decretar a perda do cargo, emprego ou função do funcionário público corrupto (PLS 138/07) durante o processo que julgar o crime do servidor.

A perda do emprego, ressalta o senador, só se dará após o juiz receber a devida ação penal com todas as provas necessárias para apontar o crime e a autoria. O acusado terá 15 dias para se defender. Caso haja absolvição, o funcionário será reintegrado ao emprego e terá garantidos todos os seus direitos, de acordo com o projeto.

A CCJ deve votar ainda dois projetos [PLSs 165/07, de autoria do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), e 175/07, do senador Magno Malta (PR-ES)] que prevêem monitoramento eletrônico de presidiários que se beneficiarem de saídas temporárias ou de liberdade condicional.

Na semana passada, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), entregou ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), projeto de lei que prevê o uso de pulseira monitorada eletronicamente, a ser usada por presos que se encaixam nas regras do regime aberto.

EDITORIAL

transamazonica 26/04/2007 @ 16:06

De todos os meios 'antigos', os jornais impressos são os que têm mais a perder para a internet, calculam os especialistas no assunto. A circulação tem caído nos Estados Unidos, na Europa ocidental, na América Latina, na Austrália e na Nova Zelândia e, nos últimos anos, a web acentuou o declínio.
Em seu livro The Vanishing Newspaper, Philip Meyer afirmou que o primeiro trimestre de 2043 será o momento em que o jornal escrito morrerá nos Estados Unidos. Como ultimamente o nível dos noticiários impressos tem caído a níveis absurdos, o pensamento é coerente e até preocupante.
Mas, contrariando todas as previsões bombásticas sobre o falecimento desse meio de comunicação, ainda existem aqueles que apostam na sobrevivência do jornalismo impresso e nos efeitos positivos que ele pode causar. É o caso desta equipe que está à frente do “Jornal da Transamazônica”.
Com uma proposta inovadora, este veículo de informação tem a pretensão de colocar nas mãos dos leitores um bom jornal, com notícias atualizadas a nível local e regional, feito por jornalistas cidadãos bem informados.
Assuntos de relevância da política, esporte, economia, saúde, meio ambiente, polícia e comportamento fazem parte dessa nossa primeira edição.
Esperamos que o “Jornal da Transamazônica” seja uma fonte inesgotável de notícias pautadas pela ética e pelo profissionalismo e que, modéstia á parte, possamos entrar e fazer a história do jornalismo nesta região.

Eliacy Mendes, diretora de redação.

75% dos internautas pesquisam sobre saúde na Internet

transamazonica 25/04/2007 @ 16:27

Um estudo realizado pelo instituto Millward Brown com 800 internautas concluiu que três em cada quatro usuários de internet procuram informações na web a respeito de saúde e o médico predileto daqueles que navegam, principalmente para as doenças menos graves.

Segundo a pesquisa, 78% dos 20 milhões de navegadores italianos já procuraram, ao menos uma vez no último ano, informações a respeito de doenças e remédios.

Dos consultados, 66% declararam usar a internet como fonte de informações sobre a saúde, enquanto 54% perguntam ao médico e 53% recorrem a farmacêuticos.

Em média, cada entrevistado afirma utilizar aproximadamente 3 fontes de informação diferentes e as mulheres são as que mais fazem buscas relativas à saúde.

As doenças mais procuradas são problemas relativos ao peso e à obesidade (32%), seguidos pela dor nas costas (25%), dor de cabeça (23%) e doenças sazonais seguidos por contracepção e gravidez, empatados.

A classificação se inverte quando se fala em pesquisas de informações sobre medicamentos. Em primeiro lugar estão as doenças sazonais e a dor de cabeça (18%), seguidas por problemas com o peso e pela dor nas costas (15%).

Para o estudo também foi perguntado aos navegadores que tipo de sites costumam visitar, e surgiu uma preferência pelos sites especializados.

Este último dado nos dá também uma idéia de que 'coisa' procuram os navegadores. A preferência por sites especializados pode ser interpretada como uma demanda de informações de qualidade da parte dos usuários, explica Salvatore Ippolito, que conduziu a pesquisa.

Ansa

Fonte: Bem Paraná