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EDITORIAL

transamazonica — 26-04-2007 GTM 1 @ 16:06

De todos os meios 'antigos', os jornais impressos são os que têm mais a perder para a internet, calculam os especialistas no assunto. A circulação tem caído nos Estados Unidos, na Europa ocidental, na América Latina, na Austrália e na Nova Zelândia e, nos últimos anos, a web acentuou o declínio.
Em seu livro The Vanishing Newspaper, Philip Meyer afirmou que o primeiro trimestre de 2043 será o momento em que o jornal escrito morrerá nos Estados Unidos. Como ultimamente o nível dos noticiários impressos tem caído a níveis absurdos, o pensamento é coerente e até preocupante.
Mas, contrariando todas as previsões bombásticas sobre o falecimento desse meio de comunicação, ainda existem aqueles que apostam na sobrevivência do jornalismo impresso e nos efeitos positivos que ele pode causar. É o caso desta equipe que está à frente do “Jornal da Transamazônica”.
Com uma proposta inovadora, este veículo de informação tem a pretensão de colocar nas mãos dos leitores um bom jornal, com notícias atualizadas a nível local e regional, feito por jornalistas cidadãos bem informados.
Assuntos de relevância da política, esporte, economia, saúde, meio ambiente, polícia e comportamento fazem parte dessa nossa primeira edição.
Esperamos que o “Jornal da Transamazônica” seja uma fonte inesgotável de notícias pautadas pela ética e pelo profissionalismo e que, modéstia á parte, possamos entrar e fazer a história do jornalismo nesta região.

Eliacy Mendes, diretora de redação.

75% dos internautas pesquisam sobre saúde na Internet

transamazonica — 25-04-2007 GTM 1 @ 16:27

Um estudo realizado pelo instituto Millward Brown com 800 internautas concluiu que três em cada quatro usuários de internet procuram informações na web a respeito de saúde e o médico predileto daqueles que navegam, principalmente para as doenças menos graves.

Segundo a pesquisa, 78% dos 20 milhões de navegadores italianos já procuraram, ao menos uma vez no último ano, informações a respeito de doenças e remédios.

Dos consultados, 66% declararam usar a internet como fonte de informações sobre a saúde, enquanto 54% perguntam ao médico e 53% recorrem a farmacêuticos.

Em média, cada entrevistado afirma utilizar aproximadamente 3 fontes de informação diferentes e as mulheres são as que mais fazem buscas relativas à saúde.

As doenças mais procuradas são problemas relativos ao peso e à obesidade (32%), seguidos pela dor nas costas (25%), dor de cabeça (23%) e doenças sazonais seguidos por contracepção e gravidez, empatados.

A classificação se inverte quando se fala em pesquisas de informações sobre medicamentos. Em primeiro lugar estão as doenças sazonais e a dor de cabeça (18%), seguidas por problemas com o peso e pela dor nas costas (15%).

Para o estudo também foi perguntado aos navegadores que tipo de sites costumam visitar, e surgiu uma preferência pelos sites especializados.

Este último dado nos dá também uma idéia de que 'coisa' procuram os navegadores. A preferência por sites especializados pode ser interpretada como uma demanda de informações de qualidade da parte dos usuários, explica Salvatore Ippolito, que conduziu a pesquisa.

Ansa

Fonte: Bem Paraná