De todos os meios 'antigos', os jornais impressos são os que têm mais a perder para a internet, calculam os especialistas no assunto. A circulação tem caído nos Estados Unidos, na Europa ocidental, na América Latina, na Austrália e na Nova Zelândia e, nos últimos anos, a web acentuou o declínio.
Em seu livro The Vanishing Newspaper, Philip Meyer afirmou que o primeiro trimestre de 2043 será o momento em que o jornal escrito morrerá nos Estados Unidos. Como ultimamente o nível dos noticiários impressos tem caído a níveis absurdos, o pensamento é coerente e até preocupante.
Mas, contrariando todas as previsões bombásticas sobre o falecimento desse meio de comunicação, ainda existem aqueles que apostam na sobrevivência do jornalismo impresso e nos efeitos positivos que ele pode causar. É o caso desta equipe que está à frente do “Jornal da Transamazônica”.
Com uma proposta inovadora, este veículo de informação tem a pretensão de colocar nas mãos dos leitores um bom jornal, com notícias atualizadas a nível local e regional, feito por jornalistas cidadãos bem informados.
Assuntos de relevância da política, esporte, economia, saúde, meio ambiente, polícia e comportamento fazem parte dessa nossa primeira edição.
Esperamos que o “Jornal da Transamazônica” seja uma fonte inesgotável de notícias pautadas pela ética e pelo profissionalismo e que, modéstia á parte, possamos entrar e fazer a história do jornalismo nesta região.
Eliacy Mendes, diretora de redação.

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